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Arrais amador: saiba como tirar essa habilitação

10/12/2021 by francisco Deixe um comentário

Quando pensamos em segurança ao navegar em uma embarcação, logo nos vem à cabeça se a documentação e a manutenção do barco estão em dia. Mas outro fator muito importante, e que poucos se lembram, é a documentação do condutor.

Somos obrigados a ter a nossa carteira nacional de habilitação no meio terrestre e para navegar também. Se você não for da marinha mercante nem militar, o único jeito de pilotar um veículo aquático é providenciando a carteira de habilitação náutica.

O que é arrais amador?

Modelo-habilitacao-nautica-arrais-motonauta-e1453758357201 | Giro Urbano

O termo arrais é designado para profissionais da marinha mercante, entretanto, há a possibilidade de poder pilotar embarcações de forma não profissional — amadora —, por isso o nome arrais amador.

Por meio dessa habilitação, você pode pilotar barcos com motor, de qualquer tamanho, nos limites da navegação interior — em água abrigadas: baías, canais, lagoa, lagos e rios.

Existem três tipos dessa habilitação, pode-se dizer que são classificadas em níveis hierárquicos, pois cada uma delas exige um tempo de experiência e, por consequência, aumentam os limites de navegação. Veja abaixo:

  • Arrais Amador (ARA) — pode conduzir embarcações nos limites da navegação interior, com exceção da moto aquática;
  • Mestre Amador (MSA) — pode conduzir embarcações entre portos nacionais e estrangeiros, dentro dos limites de navegação costeira, também com exceção da moto aquática;
  • Capitão Amador (CPA) — é permitido conduzir embarcações entre portos nacionais e estrangeiros, neste caso, não tem limites de afastamento da costa.

Quais são os pré-requisitos?

Para conseguir a habilitação de Amadores, o interessado não passará por um processo longo e burocrático. Mas para dar continuidade e passar para as próximas etapas, é necessário preencher alguns pré-requisitos:

  • o indivíduo precisa ter 18 anos completos;
  • ser habilitado — Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
  • ter um atestado médico que comprove aptidão física e mental para conduzir, caso não tenha a CNH.

Quais são os documentos exigidos?

No site do Governo, é possível obter a lista de documentos exigidos para obtenção do arrais amador. Abaixo, listamos para você!

  • atestado médico ou CNH;
  • atestado de treinamento náutico em estabelecimento cadastrado — mínimo de 6 horas de aulas práticas;
  • cópia autenticada da carteira de identidade e do CPF;
  • cópia do comprovante de residência — no máximo 90 dias;
  • formulário eletrônico devidamente preenchido — deve ser impresso e assinado;
  • recibo da taxa da inscrição, GRU — Guia de Recolhimento da União.

Todos os documentos que necessitam de autenticação podem ser autenticados no local, desde que apresentado o documento original.

Quais são as etapas para tirar a habilitação?

Ao todo, são quatro etapas necessárias. Abaixo listamos a ordem que deve ser seguida:

  1. curso teórico de habilitação náutica;
  2. aulas práticas — no mínimo, seis horas;
  3. inscrição para o exame realizada na Capitania dos Portos da sua região — prova escrita com 40 questões de múltipla escolha e o candidato deve acertar pelo menos 50%;
  4. retirada da Carteira de Habilitação Náutica no local onde entregou a documentação para o exame.

Quais são os outros tipos de CHA?

Além do arrais, mestre e capitão amador, outra Carteira de Habilitação de Amadores (CHA) específica é a que pertence à categoria motonauta. Essa carteira surgiu no ano de 2012 e é para quem deseja conduzir motos aquáticas.

Se o seu desejo é obter habilitação para embarcações e motos aquáticas, você deve fazer a inscrição para as duas áreas.

Para veleiros, também existe uma habilitação específica, que é direcionada apenas para a condução de embarcações a vela, dentro dos limites da navegação interior, como a moto aquática e o arrais amador.

Gostou de saber como tirar a habilitação para arrais amador? Então siga nossas redes sociais para ficar por dentro desse e de outros assuntos do meio náutico!

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Avatar 2 | Sigourney Weaver fala sobre cenas embaixo d’água

10/12/2021 by francisco Deixe um comentário

A atriz Sigourney Weaver conversou com o Yahoo! Movies sobre as cenas embaixo d’água para a sequência de Avatar, e notou que “bateu seu recorde” de tempo sem respirar ao filmar uma cena em específico.

“Eu consegui ficar 4 minutos embaixo d’água, sem respirar”, diz a estrela. “Também consegui uns certificados de mergulho que não tinha antes. Jim [James Cameron, diretor] me parabenizou dizendo: ‘Agora os 75% do mundo cobertos de água são seu mundo também’”.

“É algo que nunca foi feito antes e é muito complicado por conta do nosso sistema de captura de movimentos. Como a maioria os sistemas desse tipo, nós trabalhamos com uma base óptica, o que significa que o ator usa marcadores que são fotografados por centenas de câmeras. O problema não é gravar debaixo d’água e sim a interface entre o ar e a água. A superfície forma uma espécie de espelho que se mexe, criando várias marcações falsas. É como um avião de guerra soltando pedaços de metal para confundir o radar de um míssil. São vários pontos falsos, e tivemos de solucionar esse problema. E conseguimos após um ano e meio.”

“Nós optamos por fazer muitos testes. No último dia 14 filmamos uma cena subaquática inteira com nosso elenco jovem. Seis adolescentes e uma criança de sete anos, todos debaixo d’água. Passamos seis meses treinando todos eles, como segurar o fôlego e eles já conseguem ficar lá embaixo entre dois e quatro minutos. E não estamos fazendo isso com equipamento de mergulho. Estamos conseguindo vários movimentos bonitos e uma ótima performance facial”

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Caranguejos, lagostas e polvos são reconhecidos como seres sencientes pelo governo britânico e não devem ser cozidos ou desmembrados vivos, alertam cientistas

25/11/2021 by francisco Deixe um comentário

Caranguejos, lagostas e polvos são reconhecidos como seres sencientes pelo governo britânico e não devem ser cozidos ou desmembrados vivos, alertam cientistas

por Suzana Camargo

Senciência é a capacidade de se ter sentimentos, como dor, prazer, fome, sede, calor, alegria, conforto e emoção. Com esse conceito em mente, um grupo de pesquisadores da London School of Economics and Political Science (LSE) fez uma análise, a pedido do governo do Reino Unido, sobre a senciência de algumas espécies marinhas. Depois de estudar mais de 300 pesquisas e artigos científicos, eles chegaram à conclusão de que cefalópodes, como os polvos, e decápodes, como caranguejos, lagostas e lagostins, possuem sentimentos.

Com o reconhecimento da senciência dessas espécies, elas devem ser incluídas no projeto de lei sobre o de Bem-Estar Animal, que foi apresentado pelo governo em maio, mas que ainda será votado no Parlamento (leia mais aqui). O texto já mencionava a capacidade de animais vertebrados sentirem dor, sofrimento ou felicidade, mas agora também incluirá invertebrados (animais sem espinha dorsal) como crustáceos e cefalópodes decápodes, que os cientistas provaram ter sistemas nervosos centrais complexos, uma das principais características da senciência.

“O projeto de lei assegura que o bem-estar animal seja corretamente considerado ao desenvolver novas leis. A ciência agora tem certeza de que decápodes e cefalópodes podem sentir dor e, portanto, é justo que eles sejam abrangidos por esta peça vital de legislação”, diz Zach Goldsmith, ministro do Bem-Estar Animal.

Diversos estudos internacionais já relatavam como os polvos são seres extraordinários. Uma pesquisa realizada por cientistas brasileiros, por exemplo, comprovou que eles apresentam duas fases de sono, de maneira muito similar aos seres humanos. E o mais intrigante é que em uma delas, esses animais mudam de cor.

Outro estudo conduzido por um neurobiólogo da San Francisco State University, nos Estados Unidos, tinha revelado que os polvos sentem dor não apenas física, mas “comportamentos cognitivos e espontâneos indicativos de experiência de dor afetiva (saiba mais neste outro texto).

O governo britânico ressaltou que o reconhecimento da senciência de polvos, caranguejos e lagostas não afetará a atual legislação ou as práticas da indústria, como a da pesca ou dos restaurantes. Todavia, a descoberta será levada em conta em futuras tomadas de decisão.

Entretanto, no relatório “Review of the Evidence of Sentience in Cephalopod Molluscs and Decapod Crustaceans”, elaborado pela London School of Economics and Political Sciences, os cientistas já recomendam que os seguintes métodos de abate sejam proibidos: fervura ou qualquer forma de desmembramento com o animal ainda vivo e também, imersão em água doce (choque osmótico).

Já em 2018, a Suíça proibiu o cozimento de lagostas vivas. Naquele ano, o governo determinou que elas deveriam ser mortas, de maneira rápida, antes de serem colocadas na água fervente. Decisão fez parte de uma mudança na legislação sobre a proteção animal para evitar o sofrimento e a crueldade.

Caranguejos, lagostas e polvos são reconhecidos como seres sencientes pelo governo britânico e não devem ser cozidos ou desmembrados vivos, alertam cientistas
Sim, eles têm sentimentos como os seres humanos, afirmam cientistas britânicos

Leia também:
Em discurso no Parlamento, Rainha Elizabeth apresenta novas leis pelo bem-estar dos animais no Reino Unido
Príncipe George tem aulas em contato com a natureza: boa notícia que quase ninguém leu
Projeto de lei que defende animais como seres com sentimentos e direitos é aprovado no Senado
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Fotos: Pasha gulian on unsplash (abertura) e David Todd McCarty on unsplash (lagosta)

Suzana Camargo
Jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante 6 anos. Entre 2007 e 2011, morou na Suíça, de onde colaborou para publicações brasileiras, entre elas, Exame, Claudia, Elle, Superinteressante e Planeta Sustentável. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Depois de dois anos e meio em Londres, vive agora em Washington D.C.

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Alerta em Fernando de Noronha! Mais de 20 peixes-leão já foram encontrados no arquipélago

23/11/2021 by francisco Deixe um comentário

No Caribe, por exemplo, a espécie é um grande problema – Foto: Kadu Pinheiro

Por Robin Hilbert Loose

Engenheiro agrônomo e mestre em Sistemas Costeiros e Oceânicos. É coordenador do programa MarBrasil Ciência e Mergulho da Associação MarBrasil e professor na pós-graduação em Biologia Marinha pela Universidade Espírita (PR)
aquaticos@faunanews.com.br

Mais de 20 peixes-leão já foram retirados do mar do arquipélago de Fernando de Noronha (PE) por mergulhadores até novembro. Como já mencionado em um artigo de minha autoria publicado em agosto aqui na coluna Aquáticos do Fauna News, se a espécie conseguir se estabelecer na região, os danos podem ser irreversíveis. Nas ilhas existem muitas espécies endêmicas (que só ocorrem em uma localidade) e a presença desse animal não nativo poder levar importantes espécies de peixes à extinção.

Os mergulhadores têm entregue os peixes-leão para a equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pelo Parque Nacional. Os animais seriam encaminhados para Recife, onde serão utilizados em uma pesquisa do Projeto Conservação Recifal.

O primeiro registro de peixe-leão em Fernando de Noronha ocorreu 28 metros de profundidade, em dezembro de 2020. De lá para cá, os encontros com esse animal não pararam mais de ocorrer.

O impacto ecológico da ocorrência desses animais invasores pode ser enorme, pois o peixe-leão consome espécies menores, que seriam alimentos para peixes maiores como o atum por exemplo, portanto o desequilíbrio ecológico tende a acontecer.

Amostras dos peixes também são enviadas para a Universidade Federal Fluminense e a Universidade da Califórnia, nos EUA, que também analisam o material.

O peixe-leão quase não tem predadores e é um predador voraz – Foto: Kadu Pinheiro

O peixe-leão, conhecido mundialmente pelo nome Lion Fish, é uma espécie natural do Indo-Pacífico, que chegou ao Caribe no início dos anos 2000. Ele se espalhou rapidamente pela região causando muitos danos à fauna aquática, pois se alimenta de muitas espécies de peixes importantes para o equilíbrio da biodiversidade e cadeia trófica marinha.

Esses animais podem viver até 15 anos e chegam a pesar 500 g. Habitantes de recifes e costões rochosos e de hábitos noturnos, eles preferem se abrigar em cavernas ou fendas durante o dia. Conhecidos também como peixes-dragão, são venenosos, apresentando vários e longos espinhos nas regiões dorsal, pélvica e anal que possuem glândulas com veneno. Dificilmente algum predador se alimenta desses peixes, somente alguns tubarões, ocasionalmente. É justamente por praticamente não serem predados e serem grandes predadores que os torna uma verdadeira ameaça.

Pertencentes à família scorpianidae, a espécie mais conhecida é a Pterois volitans, com listras vermelhas ou laranjas ao longo do corpo.

Segundo a equipe do ICMBio de Fernando de Noronha, ainda em novembro serão concedidas autorizações para as operadoras de mergulho no arquipélago levarem em suas embarcações equipamentos específicos para a captura desses animais, tentando assim evitar a proliferação dos animais.

É importante que condutores de visitantes, mergulhadores, pesquisadores, pescadores, entre outros, que frequentem ilhas e costões rochosos e de corais do Brasil, registrem e informem ao ICMBio e aos pesquisadores associados ao tema caso encontrem essa espécie. Essa atitude permite assionar, com a maior brevidade, planos de emergência para identificação, captura, sequenciamento genético, entre outras ações capazes de avaliar ou reparar potenciais danos.

O monitoramento da invasão do peixe-leão é uma ação alinhada com o objetivo 7 do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ambientes Coralíneos (PAN Corais). Algumas unidades de conservação marinhas já iniciaram campanhas de sensibilização e divulgação sobre a temática, como a Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais (PE), a APA de Fernando de Noronha (PE) e Reserva Extrativista (Resex) Marinha de Arraial do Cabo (RJ).

A mobilização de pesquisadores, parceiros, condutores e empresas de turismo, visitantes, pescadores entre outros é fundamental para que se tenha maior vigilância e monitoramento para essa ameaça aos recifes brasileiros.

Quando encontrados, esses peixes são abatidos e enviados para pesquisa – Foto: Kadu Pinheiro

retirado de
https://faunanews.com.br/2021/11/19/alerta-em-fernando-de-noronha-mais-de-20-peixes-leao-ja-foram-encontrados-no-arquipelago/?fbclid=IwAR1YYsfbx-3anutB0-SzQNOd5JZgnSwSXFXzpndtd-XiEGy1o-jDmid8_BE

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Por que ninguém se importa com a Parada de Segurança?

24/10/2021 by francisco Deixe um comentário

  • POR FERNANDA PAIVA 
  • 9 DE FEVEREIRO DE 2018 https://querotrabalharcommergulho.com.br/parada-de-descompressao/

Quando um mergulhador não respeita o seu limite não descompressivo ele deverá fazer uma parada de descompressão.

Não confunda parada de descompressão com parada de segurança.

A parada de segurança é realizada aos 5 metros por 3 minutos.

A razão pela qual a parada de segurança foi introduzida no mergulho é para dar ao seu corpo mais tempo para liberar o nitrogênio absorvido antes de retornar à superfície.

Embora a profundidade recomendada para a parada de segurança ainda seja rasa, 5 metros, a partir desta profundidade o nitrogênio será liberado de seus tecidos a uma taxa muito mais rápida dado o maior gradiente de pressão.

Paradas de segurança são consideradas obrigatórias para mergulhos com mais de 30 metros ou aqueles que se aproximam de um limite não descompressivo.

Embora não seja estritamente necessário, a maioria das certificadoras de mergulho recomendam uma parada de segurança ao final de cada mergulho.


Já a parada de descompressão é uma parada obrigatória em casos onde o mergulhador ultrapassar o limite não descompressivo.

A função da parada de descompressão é eliminar o excesso de nitrogênio absorvido pelo corpo durante o mergulho e evitar a doença descompressiva.

O tempo da parada de descompressão vai depender de quanto tempo o mergulhador passou a mais do que o permitido naquela profundidade.

Mas como saber o tempo que devemos ficar na parada de descompressão?

Ao usar uma tabela de mergulho ou um computador de mergulho

O próprio computador irá acompanhar seu tempo de fundo, monitorar seu limite não descompressivo e calcular sua parada de descompressão.

à 30 metros de profundidade, onde o LND é de 20 minutos, e por uma falha do mergulhador ele esquece de monitorar seu tempo de fundo e faz um tempo total de fundo de 26 minutos.

Neste caso, o mergulhador precisará fazer uma parada de descompressão de 15 minutos, pois passou 6 minutos do limite não descompressivo, além dos 3 da parada de segurança.

Em um caso como esse existe uma grande chance do mergulhador não ter ar suficiente para cumprir as paradas e com isso o mergulhador deverá conservar ar para subir em segurança, omitindo assim parte de sua parada de descompressão. Por isso a importância de manter em todas as operações um stage com ar extra pendurado aos 5 metros.

Caso a parada de descompressão seja omitida, o mergulhador deverá respirar oxigênio puro, monitorar por 24 horas os sinais e sintomas da Doença Descompressiva (DD) e não mergulhar por 24 horas.

Ao usar um computador de mergulho, o próprio computador irá acompanhar seu tempo de fundo, monitorar seu limite não descompressivo e calcular sua parada de descompressão.

Fácil né?

Não é bem assim, pois você precisará entender as informações que aparecem na tela do seu computador.

De maneira geral, em caso de parada de descompressão, irá aparece na tela do seu computador palavras como stop, deco stop ou ceiling stop, seguidas de uma profundidade e um tempo.

A maioria dos computadores de mergulho sugere a parada de descompressão aos 3 ou 5 metros de profundidade.

Já o tempo dependerá de quanto tempo você passou a mais e isso será calculado pelo seu computador.

No caso de uma parada de descompressão, você deve ir para a profundidade determinada e permanecer nela pelo tempo estipulado pelo seu computador, mesmo que você ache que seu computador esteja errado.

Em alguns modelos pode aparecer uma contagem regressiva, mas em outros a informação da parada de descompressão desaparecerá da tela do seu computador após cumprir o tempo necessário.

Caso você omita a parada de descompressão, parcial ou total, seu computador poderá dar um erro e provavelmente ficará travado por até 48 horas, justamente para que você não volte a mergulhar.

Desta forma, você não deve mergulhar até seu computador destravar.

Como dissemos anteriormente, a parada de descompressão serve para eliminar o excesso de nitrogênio absorvido pelo corpo durante o mergulho.

Ao omitir uma parada de descompressão você estará aumentando o risco de uma Doença Descompressiva (DD).

A doença descompressiva é provocada pelo excesso de bolhas de nitrogênio em nosso organismo.

Uma vez que as bolhas podem se formar em lugares diferentes do corpo, os sinais e sintomas incluem:

  • paralisia
  • choque
  • fraqueza
  • tontura
  • formigamento
  • dor no corpo
  • dor nas articulações
  • inconsciência
  • morte

Os sinais e sintomas da DD podem se iniciar desde os primeiros 10 minutos até muitas hora após a volta à superfície.

A doença descompressiva (DD) é classificada em 2 tipos:

  • DD Tipo 1: Moderada e envolve a pele, o sistema musculoesquelético, ou sistema linfático, gerando dor nas articulações, vermelhidão de pele com coceira, ou inchaço de gânglio linfático.
  • DD Tipo 2: Mais grave e envolve principalmente o sistema nervoso central, com perda de sensibilidade, gerando perda de força e até paralisia de membros, vertigem, sintomas respiratórios graves e outras formas mais raras.

Existem alguns fatores secundários que aumentam o risco da doença descompressiva. Entre eles temos:

  • frio
  • idade
  • doença
  • lesões
  • desidratação
  • consumo de bebidas alcoólicas
  • excesso de peso
  • exercício físico imediatamente antes e depois do mergulho

Em caso de suspeita de doença descompressiva, o mergulhador deve procurar imediatamente uma unidade de emergência para análise de um médico e caso seja diagnosticada a DD, o mesmo será encaminhado para uma câmera hiperbárica.

Estando na embarcação ou na praia, os primeiros socorros em caso de doença descompressiva incluem os seguintes procedimentos:

  1. Ligar para o SAMU através do 192
  2. Forneça oxigênio
  3. Monitorar sinais e sintomas da DD
  4. Mantenha a vítima deitada, em posição de recuperação com o lado esquerdo para baixo
  5. Monitorar os sinais vitais do paciente
  6. Administrar RCP se necessário

A melhor maneira de evitar uma DD é estar bem informado sobre o uso de seu computador e sempre mergulhar de forma conservadora!

QUAL A IMPORTÂNCIA DISSO PARA OS PROFISSIONAIS DE MERGULHO?

Instrutor de Mergulho

Como um profissional de mergulho você depende da saúde do seu corpo para trabalhar.

Lembre-se como um divemaster ou um instrutor de mergulho você mergulhará quase todos os dias de sua vida!

Desta forma, precisamos mergulhar dentro dos limites da tabela ou do computador para garantir a nossa própria segurança e a continuidade de nossa carreira como um profissional de mergulho.

Além disso, todo profissional de mergulho deve servir de exemplo para os mergulhadores. Se o instrutor de mergulho não respeita os limites não descompressivos, porque os mergulhadores vão respeitar?

A parada de descompressão deve ser encarada como uma ação de emergência e não uma rotina do trabalho de um divemaster ou instrutor de mergulho.

Já recebi no curso de Instrutor de Mergulho pessoas que nunca tinham usado um computador, mesmo trabalhando como divemaster em mergulhos profundo.

Já presenciei situações onde mesmo usando um computador de mergulho a pessoa não tinha a mínima ideia do seu funcionamento e acabou entrando em deco porque não entendeu as informações da tela.

Já escutei relatos de profissionais que quebram as paradas de descompressão e penduram seus computados com uma corda dentro da água para que seu equipamento não trave.

Você consegue ver o absurdo das frases acima?

Profissionais, que deveriam garantir a sua própria segurança, quebram as regras do mergulho pois não entendem seu equipamento ou que porque simplesmente acham que estão acima delas.

As regras de mergulho não surgiram do nada. Elas foram desenvolvidas com base em diversas pesquisas e existem para garantir a segurança da atividade.

É importante lembrar que, embora os modelos matemáticos prevejam resultados, eles usam tecidos teóricos. O fato de que um mergulho foi realizado dentro dos limites sugeridos por um computador de mergulho ou uma tabela de mergulho não faz com que o risco de uma DD seja nulo.

Além disso, existem fatores secundários que podem aumentar a chance de uma doença descompressiva.

Ou seja, por mergulharmos mais precisamos ser sempre conservadores para garantir a nossa própria segurança!

COMO AUMENTAR A SEGURANÇA DOS SEUS MERGULHOS?

Rotina de trabalho no mergulho

Existem algumas atitudes simples, mas que fazem toda a diferença no seu dia a dia.

  1. Mergulhe sempre com um computador de mergulho, mesmo quando for cair para amarrar ou desamarrar o cabo de descida;
  2. Leia o manual do seu computador e saiba interpretar as suas telas e informações;
  3. Planeje seus mergulho dentro do Limite Não Descompressivo, ou seja, não planeje fazer parada de descompressão;
  4. Reveze com os demais membros da equipe as atividades de descer para amarrar e desamarrar o cabo de descida;
  5. Respeite as paradas de segurança e as paradas de descompressão
  6. Seja sempre conservador!

Cumprir essas regras não tem nada haver com ser um mergulhador nutella ou coxinha, como escuto às vezes.

Seguir essas regras demonstra que você é um profissional responsável e que se preocupa com a sua segurança!

E você, o que acha desse assunto?

Compartilha com a gente alguma situação que você já presenciou.

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NOVO NO MERGULHO TEC: INSPIRE-SE COM AS EXPERIÊNCIAS DE MERGULHADORES PROFISSIONAIS

21/10/2021 by francisco Deixe um comentário

Quando se trata de qualquer atividade, hobby ou relacionada ao trabalho, geralmente a melhor maneira de aprender é ir direto à fonte e perguntar àqueles com mais experiência. É por isso que pedimos a quatro líderes no mundo do mergulho técnico que compartilhassem seus conselhos e orientações sobre questões que poderiam beneficiar tanto os iniciantes quanto aqueles que estão pensando em avançar além do mergulho recreativo. Até mesmo os profissionais podem tirar algo novo de seus colegas ou, pelo menos, comparar experiências. Desde o que fazer depois de concluir um curso de mergulho técnico até as lutas ou surpresas que alguém pode encontrar ao mergulhar e a importância de encontrar um companheiro de mergulho, ouça os próprios profissionais, enquanto eles respondem às nossas perguntas sobre esses tópicos e muito mais.

“Ganhe experiência daqueles que são melhores do que você.”

Após o treinamento formal e a conclusão de um curso de mergulho, Becky Kagan Schott diz que é importante obter o máximo de experiência possível. “Mergulhe com mergulhadores melhores do que você para aprender com eles e encontrar um mentor. Não assista apenas às aulas; continue mergulhando e ganhando experiência com flutuabilidade, compensação, técnicas de barbatana e outras habilidades. ” Como instrutora de mergulho técnico, incluindo o rebreather Liberty Sidemount e cinco vezes cinegrafista e fotógrafa subaquática ganhadora do Emmy, cujo trabalho foi apresentado na National Geographic e no Discovery Channel, Becky certamente vale a pena ser ouvida.

Becky adverte contra se envolver em política de mergulho e aprender com a Internet. É melhor encontrar um bom instrutor ou um bom grupo de mergulho para acompanhar. Em relação ao aspecto técnico do mergulho e equipamentos necessários, ela aconselha: “Não compre um compensador de flutuação de jaqueta” , diz ela, “olhe para uma placa traseira e sistema de asa. É mais confortável, simplificado e vai crescer com você. Sempre faça sua pesquisa. Às vezes, o que uma loja recomenda não é o melhor para onde seu mergulho está indo. ”

Quando se trata de conhecer pessoas e fazer amigos, o conselho de Becky é simples, mas eficaz: “ Participar de uma viagem de mergulho é uma ótima maneira de conhecer mergulhadores com ideias semelhantes; mesmo se você estiver sozinho, você ficaria surpreso com quantas pessoas se inscrevem para viagens próprias . ”

Se estiver pensando em se tornar um mergulhador de tecnologia, Becky comenta que “ requer mais planejamento, treinamento e equipamentos. Também requer a mentalidade adequada. O mergulho esportivo pode ser quente ou tropical ou usando um único tanque, enquanto o mergulho técnico requer mais equipamento para visitar ambientes mais extremos com segurança. ” Para Becky, pessoalmente, foi importante aprender a mergulhar em águas frias. Com o tempo, ela aprendeu e praticou como se vestir para água fria, incluindo o uso de luvas secas adequadas. Quanto aos outros equipamentos, Becky considera sua máscara um dos instrumentos mais importantes: “Se eu não consigo ver onde estou mergulhando e não é confortável, então por que estou lá? ”.

“Equipamento mais importante? Uma mentalidade positiva e um corpo saudável. ”

No que diz respeito à discussão sobre mergulho técnico versus mergulho esportivo, Pim Van Der Horst , instrutor treinador, professor e autor que ganhou as manchetes em 2008 por seu recorde mundial de mergulho a uma profundidade de 236

metros, diz “Um mergulhador técnico gasta dinheiro com seu próprio equipamento e está mergulhando regularmente. Os mergulhadores esportivos estão mais abertos ao aluguel de equipamentos. Existe uma zona cinzenta: mergulhadores desportivos com equipamento próprio que mergulham todas as semanas mas ficam longe dos limites de descompressão. Este grupo de mergulhadores está mais aberto ao mergulho técnico. ”

Como mencionado, a importância de encontrar amigos e ingressar em uma comunidade nunca pode ser enfatizada o suficiente. De acordo com Pim, “ agora existem muitas comunidades de mergulho (técnico).” Você pode escolher um com base nos seguintes critérios: agência de treinamento (por exemplo, TDI), localização, atividades subaquáticas (por exemplo, fotografia), tipo de mergulho, equipamento (por exemplo, rebreather, DPV, câmeras), fabricante (por exemplo, Divesoft), etc. O melhor A maneira de começar é com sua agência, que fornece uma boa base para encontrar comunidades adicionais.

Como Pim foi um dos primeiros mergulhadores com rebreather, os primeiros dias se mostraram um desafio: rebreathers foram recusados ​​em barcos (de mergulho) e eram difíceis de comprar (em alguns lugares até proibidos – como a França!). Felizmente, isso mudou e hoje em dia, os rebreathers são um equipamento de mergulho amplamente utilizado. Quando se trata do insight mais importante de Pim, no entanto, ele compartilha isso: “uma cabeça clara com uma mentalidade positiva e um corpo saudável” .

O Pim também incentiva os futuros mergulhadores a se fazerem perguntas importantes antes de se comprometerem totalmente a se tornar um mergulhador técnico: “É sobre o C-card ou é sobre experimentar novos desafios? Por quem você está fazendo isso? Para um público ou para você mesmo? Você tem tempo, dinheiro e apoio da sua família? ”

“Eu nunca desisti. Continuei a me esforçar para provar meu valor. ”

Marissa Eckert , instrutora de mergulho, fotógrafa e coproprietária da Hidden Worlds Diving Shop em Fort White, Flórida, considera essencial encontrar o companheiro certo: “É extremamente importante encontrar um companheiro com a mesma opinião” , diz ela. “É importante ter alguém com quem você se entrose bem, que tenha os mesmos princípios e a mesma atitude em relação ao mergulho. Se estiver com alguém que é muito diferente de você, você pode se encontrar em algumas situações muito desconfortáveis. É normal ser diferente, diferente é bom e ter um amigo que o ajuda a crescer e aprender é ótimo, mas você não quer que alguém o pressione para fazer coisas perigosas. ”

Quando questionada sobre as lutas que teve que enfrentar, ela responde: “Ser mulher – tornava mais difícil ser levada a sério. Mas eu nunca desisti. Continuei a empurrar e empurrar para provar meu valor. ” Além disso, ela acrescenta que ficou surpresa ao ver como o campo é dominado por homens e quanta desigualdade ainda existe.

Marissa também acredita que a dicotomia percebida entre mergulhadores esportivos e técnicos é falsa, afirmando que “Você não é necessariamente apenas um ou o outro. Às vezes sou um mergulhador esportivo, às vezes sou um mergulhador técnico. É mais sobre o tipo de mergulho que você está fazendo no momento. Envolve equipamento técnico? Como uma configuração dupla, por exemplo. Você está entrando em descompressão? Penetrando em um naufrágio ou uma caverna? Então você é um mergulhador técnico. Se estou dentro dos meus limites não descompressivos e estou em um único tanque em águas abertas, sou um mergulhador esportivo. ”

Para Marissa, seu equipamento mais indispensável é seu rebreather, principalmente o CCR Liberty, sua principal unidade de montagem lateral, que diz: “Ele abriu tantas portas para mim. Desde chegar bem perto dos tubarões nas Ilhas Cocos até ir fundo em cavernas que, de outra forma, eu nunca conseguiria ver! ”.

E qual é o melhor conselho de mergulho que ela já recebeu? Tem a ver com compreensão mútua e gentileza: “Qualquer pessoa pode virar o mergulho a qualquer momento por qualquer motivo e ninguém deve jamais contestar a decisão. E se o fizerem, nunca mergulhe com eles novamente. ”

“Baseie seu treinamento na qualidade, não na velocidade ou no custo.”

Edd Stockdale é o chefe da Academia de Mergulho Científico da Finlândia. Ele ministra cursos técnicos em todo o mundo, participa de expedições de pesquisa e enfatiza a importância de encontrar o companheiro certo para mergulhar. Para ele, um aspecto fundamental é ter alguém em quem confiar em caso de emergência. Como você consegue isso? “ Isso é impulsionado por uma boa comunicação, impulso e experiência semelhantes. O mergulho é sempre mais agradável quando você não precisa se preocupar onde sua equipe está ou se eles sabem onde você está . ” Ao procurar pessoas que pensam como você, Edd diz que é importante não se limitar a um grupo ou grupo específico, mas sim expandir seu treinamento e seus horizontes. Ecoando as declarações de Becky Kagan Shott, ele diz que “Os clubes de mergulho locais também são uma opção em muitos lugares, mas são, infelizmente, muitas vezes dominados pela política e pelo ego . ”

Ao começar, Edd aconselha os iniciantes a mergulharem em locais com os quais estão familiarizados e confortáveis, semelhantes às condições em que treinaram. O treinamento deve definitivamente ser baseado na qualidade e não na velocidade ou custo: isso vai economizar tempo e dinheiro no longo prazo.
Edd não consegue se imaginar fazendo mergulho técnico sem nadadeiras adequadas. Ele diz “você não pode fazer mergulho avançado com propulsão inadequada, então você precisa das nadadeiras corretas para o trabalho. Isso pode variar um pouco dependendo do ambiente, mas em geral, obtenha a aleta básica (geralmente de borracha) que se encaixa bem com um sistema de pulseira de mola.“Por outro lado, ele aconselha economizar dinheiro e adquirir apenas um computador com trimix, já que um segundo não é necessário para um programa de descompressão de nível básico; um cronômetro inferior pode fazer o mesmo trabalho com o treinamento correto, o que significa que o dinheiro pode ser investido em outros itens necessários (ou seja, proteção adequada à exposição, reguladores, sistema de asa, um bom SMB, etc.)

Em resumo, aqui estão cinco lições dos profissionais:

  • Não subestime a importância de encontrar um amigo com a mesma opinião.
  • Invista tempo e dinheiro em seu treinamento; Vai valer a pena no longo prazo.
  • Fique confortável com seu equipamento e equipamento.
  • Junte-se a uma comunidade, seja ela baseada na localização, atividades subaquáticas, agência de treinamento, etc. e não envolva política em um esporte tão bonito.

Nem sempre há uma linha clara entre mergulho técnico e esportivo: as opiniões das pessoas podem ser muito diferentes.

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